Roteiro de Cinema na Europa

Esses dias a Gabi ganhou um pequeno guia de viagens um pouco diferente do que estamos acostumados. Se chama “Europa de Cinema: Roteiros e dicas de viagem inspirados em grandes filmes”, de Vicente Frare, Pulp Edições.

Se você, assim como eu, gosta muito de cinema vale a pena! Na real eu não sou uma grande expert em cinema Europeu (vergonha! deveria ser.) Então vou falar aqui de dois que vocês provavelmente já viram e depois vocês comprar o guia! (Olha eu fazendo propaganda pro cara!)

 

Como não começar com o clássico pseudo-cult francês da última década?

O Fabuloso Destino de Amelie Poulain (2001) é uma comédinha romântica bem diferente do que estamos acostumados a ver aqui no Brasil. O filme é fofo do começo ao fim.

Amelie mora e trabalha como garçonete em Montmartre. O bairro vale mais do que uma visita, mas prepare as perna para as escadas! Enfim, o café em que Amelie trabalha é o Café des Deux Moulins, que fica na 15, rue Lepic. É muito perto do Moulin Rouge, então você aproveita e já mata dois filmes de uma vez. Nós não entramos no café porque estava realmente muito cheio, ir em época de férias tem esses problemas.

Paris é uma cidade cheia de feiras, a do filme é a da Rue Mouffetard. É lá que Amelie escuta a conversa do senhor Brotodeau sobre o reencontro com sua caixa de brinquedos.

 

Closer – Perto Demais (2004) é um dos meus filmes preferidos. Fala de relacionamentos, mais especificamente sobre traições e não se preocupa em ser bonitinho ou ter final feliz apesar de todas as merdas, sabe?

Logo no começo do filme Dan e Alice saem do hospital, entram no Postman’s Park e conversam sobre sobre as pessoas que foram enterradas ali. Fica próximo a St. Paul’s Cathedral (e eu não acredito que não fui até lá, passei tantas vezes nessa igreja!) e ao Museum Of London. 150 London Wall.

Dan sabe que Anna fotografa strangers no London Aquarium, assim marcar um encontro erótico entre ela e Larry. O Sea Life London Aquarium fica na Westminster Bridge Road.

Vovô Ferdinando – The End

Venho por meio desde anunciar a minha desistência na busca dos meus documentos e, consequentemente, minha cidadania italiana.

É isso mesmo, se vocês acompanharam outros posts sabem que eu estava procurando os documentos da minha família, mas deve rolar um sangue nômade nos Trevisan, que inclusive veio parar em mim, já que eu vim do Paraná para morar em São Paulo e agora quero ir para a França.

Descobri muitas informações importantes durante a busca, mas ainda falta tanta coisa que dá até um desânimo. Sem contar que vai ser praticamente impossível visto que meu avô não lembrava nem a cidade onde tinha nascido. Há um tempo enviei um e-mail para Treviso, que é onde a família ACHA que o italiano nasceu. A resposta chegou essa semana e basicamente dizia “estou cagando para você e não vou te ajudar”.

Então é isso, vou para lá com meu visto de estudante mesmo e seja o que Deus quiser.

Roupas de frio para a Europa

Está fazendo um pequeno frio em São Paulo e isso me fez lembrar de uma coisa bem importante para quem pretende ir para a Europa nos meses de outono e inverno (quando aqui no Brasil é primavera e verão): O frio!

Em Paris não faz taaaanto frio como sei lá, na Rússia. Mas se você, assim como nós, é um brasileiro acostumado com altas temperaturas e nunca viajou para um lugar frio assim, é bom se preparar. he he

Jardim de Toulerie

Vamos começar pela parte de baixo.Eu tenho uma tia que costumava ir muito para o Chile e ficava em temperaturas absurdamente baixas, então ela tem algumas roupas bem específicas. Peguei uns três pares de meias usadas para escalar montanhas com neve, então vocês podem imaginar o quão quentinhas elas eram. Tem algumas lojas que vendem esse tipo de roupa, mas elas costumam ser muito caras. Se você não tem essa grana ou não quer comprar essas roupas por que nunca mais vai usar na vida, vale comprar umas meias de homem, que são geralmente mais grossas, e usar 2 pares juntos.

Se estiver nevando efetivamente ou chovendo você não pode correr o risco de molhar seu pé, isso seria terrível! Para esses dias é melhor usar uma bota. E já te adianto que não vale comprar uma bota na 25 de março, ela vai molhar da mesma forma! A bota tem ser de couro e com solado antiderrapante (isso mesmo, a neve escorrega!).

Para usar debaixo da calça, tínhamos ciroulas. Isso mesmo, as ciroulas masculinas! Elas são quentinhas e confortáveis, e ninguém está vendo mesmo! hahaha.

Agora, a parte de cima é a mais complicada. Como TODO MUNDO diz, a Europa toda tem uma grande qualidade nos sistemas de aquecimento dos ambientes, então se você colocar aquele monte de roupas de frio, quando entrar em um restaurante ou loja vai ficar com calor. O que os nativos fazem é usar uma roupa leve por baixo e colocar um puta casacão que os protege do frio. O problema é que aqui no Brasil não existem roupas com essa qualidade e se você se arriscar eu garanto que vai passar frio. Eu preferia passar calor dentro das lojas do que passar frio na rua. Vai do seu gosto. Então TODAS as roupas de frio que você tiver são bem vindas!

Ah, se o seu problema não é dinheiro, venha com a mala meio vazia e separe os primeiros dias das suas férias para comprar roupas por lá mesmo. Aí você terá garantia de roupas ótimas para o frio!

Galera tentando conseguir um calor humano para espantar o frio na Torre Eiffel.

Ah, a Europa…

Hoje, voltando de Curitiba, peguei a edição de abril da revista Viaje Mais. A capa era “Londres e Liverpool, siga os passos dos Beatles na terra da rainha”. Além dessa matéria – que estava realmente muito boa – tinha uma outra falando sobre um passeio de barco no rio Reno, na Alemanha, que passa por diversos castelos.

Aí, como já estamos ficando meio sem novidades para postar aqui, resolvi fazer um post mais, digamos, subjetivo.

Antes que os mais patriotas me crucifiquem, quero dizer que sim, amo o Brasil, mas não há como negar que as grandes qualidades do nosso país são as naturais. Lindas praias, grutas, rios, etc, etc, etc. Já a Europa… ah, a Europa…

Eu nem me ligo tanto assim em arte, por exemplo, mas estar na frente de um quadro de Picasso, Van Gogh, Da Vinci é algo que realmente não consigo explicar. A Tate Modern em Londres é, na minha opinião, um passeio imperdível.  Não que aqui no Brasil você nunca vá ver, mas em Paris, por exemplo, nós ficamos hospedados na rua do Louvre. Quer mais?

Você está andando pela rua, olha para o lado e opa! Napoleão passou aqui oh! Ah, um pedaço do muro de Berlim aqui! E a Maria Antonieta vivia nesse pequeno palácio.

Nessa edição da revista, fala de uma catedral alemã que começou a ser construída em 1248 e só foi totalmente finalizada em 1880. Quer dizer, quando só rolava índio pelado por aqui, na Europa a galera estava a todo vapor!

Acho que tenho motivos ótimos para querer morar lá, né?

Catedral de Colônia, na Alemanha